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Adolescente com doença terminal publica vídeo para se despedir de amigos e família
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/adolescente-com-doenca-terminal-publica-video-para-se-despedir-de-amigos-familia-4802086.html#ixzz1tqR7W9x5
Um adolescente de 17 anos gravou um vídeo e publicou no YouTube para se despedir da família e amigos. Shaun Wilson-Miller sofre de uma doença cardíaca crônica. Os médicos da cidade de Melbourne, na Austrália, disseram que o menino não tinha muito tempo de vida.
O corpo de Shaun não está respondendo bem ao segundo transplante de coração, e os especialistas informaram que ele não poderá tentar uma terceira vez. Ao saber da notícia, o adolescente usou a internet para se despedir das pessoas que ama e deixar bem claro que teve uma “vida maravilhosa”.
“Oi, pessoal. Eu tenho más notícias para contar”, diz ele, com a voz embargada. O menino fala sobre a doença, e emenda: “Eu não vou estar aqui por tanto tempo quanto pensei. Mas quero dizer que foi um passeio incrível, e não tenho arrependimentos”.
“Viva a vida ao máximo, porque você nunca sabe o que vai acontecer. Eu só quero agradecer a minha família e amigos. Por favor, não chorem por mim. Eu ficarei bem. Eu peço aos meus amigos que se certifiquem de que o meu pai ficará bem. Eu sentirei muita saudade. Amo vocês”.
“Eu sei que são más notícias, mas também tenho boas. Eu tenho uma namorada, chamada Mary, e estou tão feliz agora, que nada pode me deixar para baixo”.
Shaun se tornou embaixador da instituição Heart Kids aos 13 anos. E tem inspirado diversas crianças australianas desde então. Em 2009, em entrevista a um jornal local, ele falou sobre o desejo de superar a doença. “Eu me mantenho positivo em tudo o que faço, e tudo sai melhor para mim”, disse ele na ocasião.
É disso que o mundo precisa... ![]()
http://www.youtube.com/watch?v=An9x59LRrcs
Se você se assustou com a notícia de nove crianças brasileiras encontradas abandonadas pelas mães recentemente, também vai se indignar com essa notícia. Gêmeos russos adotados por uma mulher norte-americana, de 28 anos, foram encontrados na rua em pleno invernorusso. Junto com as crianças havia uma mensagem da suposta mãe dizendo que não queria mais as crianças porque estava na correria. "Eu desisto deles", completava.
A crueldade com os bebêsSasha e Masha, de apenas 15 meses, chamou a atenção das instituições russas que defendem os direitos das crianças. Um dos representantes, Pavel Astakhov, chegou a sugerir a suspensão de novas adoções de crianças russas por pais americanos. A criminosa ainda não foi encontrada e está sendo procurada pela polícia russa, que a considerou uma pessoa totalmente imoral.
O caso levou o povo russo a recordar um episódio ocorrido em 2010, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos, quando uma mulher americana devolveu o filho russo adotivo. Na época, Artem Saveliev, com 8 anos, foi enviado de avião para Moscou pela mãe adotiva residente nos Estados Unidos. A criança viajou sozinha e portava um documento dizendo que sua mãe adotante o estava restituindo à Rússia por não ter conseguido “modelar o menino.”
Sasha e Masha precisaram de cuidados especiais porque foram expostas a baixas temperaturas. Elas estão em um hospital infantil enquanto a justiça decide o futuro delas. Funcionários do hospital afirmaram ao jornal britânico Daily Mail que as crianças foram adotadas há 6 meses na cidade russa de Tula por uma mulher que passou uma imagem extremamente positiva.
Um mandado de busca foi emitido e a polícia russa busca a criminosa. As adoções de crianças russas por pais americanos podem ser suspensas até que um acordo bilateral entre os dois países seja ratificado. "Esses atos demonstram o desprezo pela legislação russa e quebram os direitos dos nossos filhos. Duas crianças foram adotadas por uma pessoa absolutamente imoral", disse Astakhov ao Daily Mail.
Matéria que tocou o meu coração...

Uma orangotango fêmea foi flagrada abraçando seu filhote para protegê-lo de caçadores que estavam prestes a capturá-los , de acordo com informações do jornal Daily Mail desta sexta-feira (27/1). A cena foi registrada em Bornéu, uma ilha localizada na Ásia .
Os caçadores já estava com facas nas mãos quando se aproximaram da orangotango – que estágrávida - e de seu filhote. Cercada por uma roda de caçadores, a única coisa que a mamãe orangotango poderia pensar em fazer era envolver seu filhote em torno de seus braços para protegê-lo.

Fonte: http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/
Uma história com final Feliz!

Balançando a cauda, pulando e latindo. Foi assim que Lino, o cão que se feriu após ser arrastado por cerca 700m por uma rua de João Pessoa, recebeu sua nova dona na manhã desta terça-feira (13). “Ele é muito carinhoso. Vai se dar muito bem com os meus outros animais”, garantiu Severina Batista de Andrade que, além de Lino cria duas cadelas e 58 gatos.
Severina é viuva, não tem filhos e dedica sua vida a cuidar dos animais que as pessoas rejeitam. "Eu só gosto daqueles cães e gatos que as pessoa não querem. Aqueles que não vão ser adotados por ninguém eu quero para mim", explicou Severina que disse ter ficado em choque quando viu as imagens de Lindo sendo arrastado.
A jornalista inglesa Eleanor Jeffrey descobriu um câncer de mama no ano passado. A doença se espalhou para outros órgãos, enquanto ela vivia o auge da paixão com seu então namorado, um produtor de TV. Mesmo com a perspectiva de ela não viver até a próxima virada de ano, ele decidiu pedi-la em casamento. Leia aqui o depoimento que ela deu ao jornal inglês Daily Mail.
“Navegando em um site de produtos para casamento há algumas semanas, eu estava prestes a clicar em 'Comprar' em alguns cartões de ‘reserve a data’, quando os meus dedos hesitaram sobre o teclado. Meus olhos se encheram de lágrimas, enquanto eu olhava para o meu computador e mil pensamentos acelerados passaram pela minha cabeça. Meu noivo Tom e eu reservamos um castelo no interior da Inglaterra para o nosso casamento. Escolhi um vestido vintage para andar pelo corredor. Mas quando chegou a um clique de distância de confirmar minha data de casamento, em junho de 2012, tive um momento de hesitação, porque, de acordo com meus médicos, eu poderia não viver para ver isso.
No início deste ano, eles disseram que o câncer que venho lutando contra há 18 meses é terminal. Tenho 28 anos e, segundo especialistas médicos, eu não vou viver para ver o ano novo, e muito menos para o próximo verão.
Foi na primavera do ano passado que senti pela primeira vez uma coisa esquisita no meu peito esquerdo, quando tomava banho de manhã. Fui a um pronto-socorro perto de casa e eles me disseram que era "apenas uma coisa hormonal”. Desconfiei do diagnóstico. Três semanas depois, fui a um ginecologista e fiz uma biópsia e uma ultra-sonografia. Descobri meu câncer de mama naquele mesmo dia.
Evidentemente, foi um choque terrível e eu caí em lágrimas. Eu não esperava esse diagnóstico. Tom, meu noivo, estava pálido e em choque também. Estávamos juntos há apenas um ano. Ele é um produtor de TV e nos conhecemos em um site de namoro quando eu tinha 26 e ele 32 anos. Ele era inteligente, gentil e engraçado, mas tinha sido um relacionamento e demoramos a começar a namorar de fato. Gostamos um do outro, mas havia tanta coisa acontecendo em nossas vidas naquela época, que não conseguíamos ficar muito tempo juntos. Ele nem sequer tinha dito 'eu te amo' ainda.
Mas naquele dia, como fomos levados para uma sala privada para absorver o choque, ele disse essas palavras e nunca vou esquecê-las. Foi um momento que cimentou nosso relacionamento e nos preparou para o futuro. Durante os oito meses seguintes, fui submetida a uma mastectomia, seis ciclos de quimioterapia e, finalmente, sessões diárias de radioterapia.
É claro, foi traumático e perturbador, mas quando tudo acabou eu senti que eu tinha feito a minha parte para me curar do câncer e voltar a ter uma vida normal, como jornalista de TV e o mais importante de tudo: planejar meu futuro com Tom.
Mas em janeiro, comecei a sentir uma dor na lombar. Mas ela só aparecia quando eu fazia exercícios físicos, então não achei que fosse nada sério. Como eu tinha ficado cinco meses praticamente deitada e depois comecei a correr, achei que simplesmente tinha exagerado.
Comentei sobre essa dor com meu oncologista, que ordenou uma varredura do osso e encontrou uma área de cerca de preocupação na minha pélvis. Ela pediu uma radiografia e, para nosso alívio, os médicos disseram que não havia sinal de câncer.
Mas a dor piorou. No início de maio, depois de eu insistir para fazer uma ressonância magnética, os resultados chegaram uma médica me chamou de novo: "O exame mostra que há câncer na pélvis", disse ela.
Mantive a calma. Eu sabia que a propagação do câncer de mama até o osso não era uma sentença de morte imediata: tinha lido sobre mulheres que vivem há 20 anos com este tipo de doença. Olhei para Tom, que estava pálido de novo. Ele perguntou: 'Qual é o prognóstico de Ellie? "
"ATRASAR O INEVITÁVEL"
Eu nem estava pensando em quanto tempo eu havia ainda tinha, até que ela respondeu: "Não gosto de dar prazos".
"Bem? Seis meses? Três meses?" Perguntei, achando que esse período era uma estimativa conservadora e que ela responderia ‘mais de cinco anos’. Em vez disso, ela disse:
"Mais de três meses."
Me senti estranhamente calma e estóica. Queria saber quais os passos que poderíamos tomar em seguida. A médica disse que a quimioterapia poderia atrasar o inevitável, mas me faria mais doente. Ela praticamente me sugeriu desistir do tratamento. Senti uma enorme dormência pelo corpo.
Tom e eu decidimos passar um fim de semana na praia para organizar nossos pensamentos. Mas ele não conseguia comer e eu não conseguia dormir. Caminhando pela areia, eu fiz ele prometer que seria capaz de viver sem mim. Eu me sentia como uma decepção para ele. O câncer queria roubar nosso futuro. O futuro ao lado de um homem que eu amava tanto. Não suportava a ideia de que não poderia dar a ele tudo o que ele sonhava.
Comecei a considerar a hipótese de que terminar o namoro para que ele pudesse ser livre o quanto antes. Mas eu sabia que ele não me deixaria por conta disso. Sempre que eu dizia que ele não merecia passar por tudo aquilo, ele respondia: ‘Mais importante, nem você’.
Tivemos de arrumar forças não sei de onde. Trocamos de oncologista que renunciou ao seu pagamento e me aconselhou a começar a quimioterapia. Ele também nos informou de vários casos em que a quimioterapia não funcionou.
Fiquei contente com essa segunda opinião, mas o exame seguinte mostrou que o câncer tinha se espalhado para o fígado e os pulmões. Em junho deste ano, comecei a tomar um medicamento de quimioterapia oral chamado capecitabina, que tolerava bem. Tive poucos efeitos colaterais, e estava particularmente aliviada porque a medicação não me faria perder os cabelos.
Depois de nove semanas, fiz outro exame e a notícia foi boa. Eu estava respondendo à quimioterapia e os tumores foram encolhendo.
Tom e eu fomos para a Grécia durante uma semana em agosto. Eu estava ansiosa para nadar no mar e me deitar ao sol. Sem consultas no hospital, sem e-mails, apenas nós dois e praias arenosas. Nos hospedamos em uma casa de campo incrível. A vista para o mar azul turquesa era de tirar o fôlego. Em nossa segunda noite, Tom e eu voltamos para a casa depois do jantar e Tom sugeriu irmos para a piscina para ver o céu estrelado.
As luzes da piscina não estavam funcionando e estava escuro como breu. Olhei para as estrelas, brilhando no céu de tinta preta. Em olhei para trás para encontrar Tom. Ele estava de joelhos, com um enorme anel com um papagaio no lugar da pedra – o que ele explicou mais tarde, era uma piada e eu poderia trocar pelo anel que quisesse.
Eu ri. Disse que sim, me casaria com ele. Não conseguia parar de chorar de felicidade.
Foi mais um sinal de que iríamos enfrentar o futuro juntos. Telefonamos e mandamos mensagens de texto para nossos amigos e parentes, contando as novidades na volta para casa. Pela primeira vez em meses, tínhamos uma boa notícia para compartilhar - nos amávamos e estávamos casando.
De volta a Londres, compramos um lindo anel de ouro branco e diamante.
Na minha situação, acho que a maioria das pessoas teria corrido para um cartório para casar. Mas Tom e eu queríamos planejar o nosso casamento para junho de 2012. Foi um ato ousado - queríamos e precisávamos de um objetivo para olhar para frente.
Um outro oncologista me disse que conheceu um paciente que viveu muitos anos sob o mesmo tratamento de quimioterapia que estou fazendo. Também falou que se esse parar de funcionar, posso tentar outras quimios, e que também há estudos em andamento sobre novas drogas.
Também sei que há a possibilidade de viver apenas mais alguns meses. Mas uma possibilidade não é uma certeza.
Uma vez que o câncer de mama é secundário, é incurável - mas isso não quer dizer que eu não posso viver com a doença para os próximos anos. Eu rezo para viver e ver o dia quando o câncer em que o câncer será como a diabetes, uma doença crônica que pode ser gerenciada e não é necessariamente fatal.
Planejar o casamento tem sido uma distração bonita – visitar os locais, escolher as flores, fazer a lista de convidados. Agora amigos estão perguntando: 'Você já encontrou um vestido? "Em vez de:' Quando é o seu próximo exame" É claro, a preocupação com a velocidade de que o câncer vai se espalhar e a vida do Tom vai ser cruelmente interrompida é constante.
Eu também penso nas coisas que poderia perder. Ontem à noite, estávamos nos beijando. Segurei o rosto dele em minhas mãos e me perdi durante o momento. De repente, eu estava me perguntando quantos beijos ainda que nos restam.
Temo por Tom. Como ele vai ficar se eu morrer? Eu não posso ser positiva o tempo todo, e às vezes digo: 'Preciso que você me diga que vai ficar tudo bem', mas logo depois percebo que é uma coisa ridícula de pedir para ele.
Meu pensamento mais angustiante é de que Tom pode ter que voltar para um apartamento vazio e ter de limpar meu lado do armário. Implorei a minha mãe para fazer isso e poupá-lo desse sofrimento.
Não podemos estar atolados em pensamentos sombrios, no entanto. É importante ter mais de olhar para frente após o casamento, por isso estamos esperando para ir para a África em lua de mel, em seguida, mudar para uma casa maior quando voltarmos.
Tenho pensado em escrever ‘cartas finais’ para Tom, para a família e aos amigos, dizendo-lhes o quanto eu os amo, mas no momento não estou preparada. Quando eu começar a perder peso drasticamente e realmente parecer doente, sei que será a hora de escrever essas cartas.
O resultado do meu último exame, em setembro, mostrou que o maior tumor em meu fígado tinha encolhido por mais de 50 por cento, por isso espero que Tom e eu tenhamos mais tempo juntos do que pensávamos.
Vamos nos casar, e teremos um futuro feliz juntos. Qualquer outra alternativa é insuportável de se pensar.”
Chimpanzés veem a luz do dia pela primeira vez. E se abraçam...

Há muitas interpretações para a foto acima, dependendo do seu grau de envolvimento com animais (eu me emocionei muito!). O fato dado: Esses chimpanzés ficaram décadas em um laboratório – alguns deles por 30 anos – e o flagrante é da primeira vez que eles viram a luz do sol.
O que acontece? Eles se abraçam antes de pisar em direção à liberdade, talvez com medo do que há nesse novo e tão iluminado lugar, talvez comemorando seu feito.
Outro fato… Eles ficam encantados, como não poderia deixar de ser, porque liberdade é mesmo uma coisa encantadora.
A História do Lápis...
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura perguntou:
-Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco
-E, por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
-Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial. E disse:
-Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
No entanto, a avó respondeu:
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo:
'Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Essa mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.
A História do Lápis...
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura perguntou:
-Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco
-E, por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
-Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial. E disse:
-Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
No entanto, a avó respondeu:
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo:
'Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Essa mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

"Você é livre para fazer suas escolhas,
mas é prisioneiro das conseqüências."
(Pablo Neruda)
Vamos seguir com fé, dias melhores virão...

Rezar é saber acolher na fé o nosso futuro, é conversar com Deus oferecendo a Ele um espaço para agir em nossa vida. Crer é ter fé naquilo que ainda não se vê.
A dor na maioria das vezes nos impede de ouvir a Deus; por isso, é um exercício conter os sentimentos que ficam confusos dentro de nós. Quando estamos no meio de uma tormenta é difícil de enxergar.
É preciso deixar a poeira baixar para enxergar melhor. Quando a situação nos impede de ter clareza, os nossos sentimentos se misturam e o melhor é buscar ouvir a Deus. Por meio da Palavra temos uma direção certa da vontade divina, ela nos salva e nos enche de esperança e nos dá um norte a seguir.
Por isso, quando você não conseguir rezar, escutar a Deus, não se desespere, mesmo assim reze, reze com as lágrimas, ofereça a Deus os seus sentimentos, pensamentos e palavras, nada passa despercebido ao Seu olhar e amor. Para Ele nada se perde, tudo se transforma, Deus é o único que consegue tirar de um aparente mal um grande bem. Mas isso requer tempo, suor e, às vezes, muitas lágrimas...
Mas a tempestade não dura uma vida toda, e depois dela sempre aparecem o sol e um lindo céu azul.
O amor e a amizade são dons vividos somente relembrando o passado e o presente, e principalmente contemplando o amanhã que, com sua incerteza, tenta nos amedrontar. Mas, baseados na certeza da Palavra de Deus, iremos adiante, aconteça o que acontecer.
O impossível não existe aos que crêem...
Omnia Vincit Amor ![]()
Joinville-SC, antes da chuva de 21/01/2011...

Joinville hoje, 22/01/2011 - 07hs da manhã...

Joinville hoje, 22/01/2011 - Após às 16hs...



A importância de fazer sinal da cruz...
Sempre que possível, além de abençoar, faça o sinal da cruz na testa de seu filho, marido, esposa, sobrinho etc.
Precisamos muito da presença de Deus, para nos livrar de todos os males.

O SINAL DA CRUZ
(†) Pelo sinal da Santa Cruz,
(†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor,
(†) dos nossos inimigos,
(†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Quantas pessoas fazem o Sinal da Cruz, ou como se costuma dizer, o "Pelo Sinal" antes das orações, ou pelo menos uma vez ao dia?
A impressão que temos é que o número é bastante reduzido, especialmente entre os mais jovens.
A maioria faz, e às vezes de modo displicente, como um salamaleque, o "Em nome do Pai", ficando apenas no gesto, sem invocar a Santíssima Trindade.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia.
Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
Que inimigos?
Todos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais.
O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e
ciladas do demônio;
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão.
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como
objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.
Padre Marcelo Rossi
Papai Noel existe! Viver do lixo. Retirar das sobras o que comer, o que vestir, os brinquedos para as crianças. Em abril de 2010, o Bom Dia Brasil encontrou Renata Silva e os três filhos em uma jornada exaustiva e degradante pela sobrevivência, em Arcoverde, no sertão de Pernambuco. Na carroça, as crianças se equilibravam, enquanto a mãe amamentava a caçula. A casa simples, quase sem móveis, foi reformada. Ganhou mais um quarto e energia elétrica. O fogão e a geladeira são novos, assim como as camas e os colchões. “Quando vocês fizeram a reportagem, eu vivia catando lixo, comia coisa do lixo, botava meus filhos para trabalhar junto comigo porque não tinha com quem deixar”, lembra Renata. A história da Renata e dos três filhos emocionou e despertou a atenção de um brasileiro de forma especial. Ele não se conformou em ver as dificuldades diante da televisão e resolveu transformar a realidade da família. Distante, no anonimato, um voluntário mostrou que Papai Noel existe e que pode estar presente todos os dias do ano. Renata nunca viu o anjo da guarda que age através da assistente social Luciana Karla. Ela faz as compras, paga as despesas e não deixa faltar nada para a família, como deseja o protetor anônimo. “Só conheço mesmo a voz pelo telefone. O que ele quer em troca é só a família junta, que não se disperse de jeito nenhum”, conta Luciana. Neste Natal, pela primeira vez, as crianças não vão brincar com as bonecas retiradas do lixo. Elas ganharam presentes novinhos. “Estou mais feliz porque eu ganhei uma boneca”, comemora a menina Maria. Renata, que é órfã e vive separada do marido, é pura gratidão. Até voltou a sonhar. “Espero uma vida melhor para o futuro. Tanto para mim quanto para os meus filhos. Acredito que hoje em dia eu posso dizer que posso até a chegar a me formar. Eu tinha meu sonho de me formar em Direito para ser alguém na vida e dar o mesmo futuro aos meus filhos. Estou começando a acreditar que Deus existe e que tudo está mudando”, se emociona Renata. Fonte: http://www.globo.com Eu tenho o previlégio de viver ao lado de uma Mamãe Noel, que assim como esse doador anônimo, faz a diferença na vida de muitas pessoas!
Oito meses depois, o jornal reencontrou Renata, grávida de oito meses, os três filhos e algumas conquistas para comemorar.
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