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Última Flor do Lácio


 

A pior solidão é quando nos sentimos
sós e abandonados diante da vida.
Palavras não bastam, e sim os gestos,
Pois são eles que alimentam nossa alma e o corpo.

 

A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada Chorão

 




Escrito por Tais Melissa às 12h58
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Faço tantas perguntas e as respostas não vem...
Quando acho que é para o norte o caminho, a bússola me indica o sul
Quando me acho no sul, os ventos me mandam para o norte
Como entender aquilo que está tão além de mim?
Mesmo assim, um sopro de esperança ainda me mantém...


Escrito por Tais Melissa às 10h42
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A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada...

 




Escrito por Tais Melissa às 22h42
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Amor Paterno

Quando o amor é verdadeiro as barreiras não existem... Chorão

 


 

 

Um americano diagnosticado com uma doença terminal levou a filha ao altar em uma maca de hospital. Os convidados presentes no casamento choraram e bateram palmas ao ver que Scott Nagy conseguiu participar do casamento da filha Sarah no sábado (12.out.2013) na Primeira Igreja Evangélica Luterana, em Ohio, nos Estados Unidos. "Fiz uma promessa em março que iria acompanhá-la até o altar", afirmou o homem de 56 anos diagnosticado no ano passado com câncer de uretra


Leia mais em: http://zip.net/bdlbgR




Escrito por Tais Melissa às 19h51
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Nossa Senhora

 

 

Cubra-me com seu manto de amor

Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão

Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação
Pobres pecadores oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós
De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

 

Amém.



Escrito por Tais Melissa às 12h35
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Decepção...


Esse é o nome do sentimento que está tomando conta do meu coração.

Não é raiva, não é mágoa, é apenas decepção.

Decepção com os outros, decepção comigo, talvez mais comigo do que com os outros.

Acho que ontem esgotei todo o meu estoque de lágrimas, pois nem chorar eu estou conseguindo, e dor a seco consegue ser ainda pior, pois as lágrimas são uma espécie de válvula de escape para aliviar o coração.

O ser humano se perdeu, ninguém respeita mais ninguém.

Hoje todas as certezas que eu tinha no coração viraram fumaça, pois quem ama não abandona, não machuca e nem deixa que outros machuquem.

Eu acho que cheguei ao fundo do poço, agora tudo que me resta é sufocar essa dor e esperar.

Eu perdi tudo, menos a certeza de que Deus está comigo.

 

 


 

 



Escrito por Tais Melissa às 12h33
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Dias de solidão e dor :(

 



Escrito por Tais Melissa às 11h45
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Do fundo do meu coração... Chorão

 

 

 


Mãe Santa, me dá forças e renova a minha fé.

Amém!


http://youtu.be/wy34ZVbJvhI



Escrito por Tais Melissa às 21h38
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Às vezes é preciso aprender a perder, a partir...

Sair pela porta dos fundos, dar silêncio, paz e sossego...

 

 

 



Escrito por Tais Melissa às 15h51
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Postagem de 18/11/2008...

A vida imita a arte ou a arte imita a vida? 

 
Decidi postar hoje um trabalho da escola...

Nossa professora de Português pediu que escolhêssemos um filme que tivesse alguma coisa a ver com a nossa vida e escrevêssemos sobre esse filme... Não precisei pensar muito e, após uma busca rápida em minha videoteca, lá estava ele...

O filme chama-se: AI – Inteligência Artificial.

Nem todos que assistiram a esse filme gostaram do que viram, eu mesma da primeira vez que assisti não gostei... Todos nós estamos acostumados a gostar daquilo que é bonito e alegre, então quando nos deparamos com alguma coisa que choca, automaticamente repudiamos... Afinal, quem não gosta das histórias com finais felizes? Todos nós... não é verdade? Mas, todos nós também sabemos que a vida não é feita apenas de momentos felizes... Existem as lutas, as adversidades, as injustiças, medos, inseguranças... e tantos e tantos outros problemas que vão surgindo a medida que caminhamos rumo a um futuro cheio de incertezas...

Esse filme que escolhi, embora baseado em fatos fictícios, em suas “entrelinhas” abordam alguns temas bastante reais: o preço e a conseqüência de nossas escolhas pessoais, o amor e a falta dele, o abandono, os nossos sonhos que, muitas vezes, podem parecer ilógicos e irreais aos olhos dos outros... e vários outros temas que vão sendo expostos durante o filme.

Para quem já assistiu e não gostou: recomendo que assistam mais uma vez.

Para aqueles que ainda não assistiram: assistam!

Permitam se colocar no lugar dos personagens e avaliar se, no lugar deles, vocês fariam as mesmas escolhas, ou não.

Para aqueles que nunca assistiram ao filme essa postagem parecerá estranha, desta forma, convido-os a voltarem a ler após o assistirem.

Vamos lá...

Bom, na verdade essa foi a terceira vez que o assisti, mas a cada vez que assisto novos sentimentos surgem em meu coração... Eu amo esse filme, podem falar o que quiser! 
Ando bastante emotiva nos últimos tempos, qualquer coisa me emociona... E esse filme faz muito isso comigo.

Hoje, em especial, fiquei pensativa quando vi a cena do David com seu construtor, quando ele diz que David, tem a maior bênção dos seres humanos, que é a de lutar por seus sonhos, e também a maior bobagem, que é acreditar em coisas que não existem. Bonito e real, somos assim mesmo...
A jornada toda de David no filme é uma só: a busca pela realização de um sonho... e isso tem muito a ver com a minha história pessoal. O robô-menino, menino-robô passa o filme todo atrás de se tornar um menino de verdade. Como o Pinóquio, ele quer ser único. Quer encontrar a Fada Azul e pedir a ela que faça com que ele se torne um menino de verdade. Um menino único. Ele vai literalmente até o fim do mundo atrás de seus sonhos. E, contra todas as expectativas, ele encontra a Fada Azul, mesmo que ela não seja exatamente o que ele pensava, e mesmo que seu sonho nunca possa se tornar real.
Irônico, muito irônico, é David descobrir que estavam se preparando para lançar uma linha de Davids. Ele, que queria ser único. Ele, que queria ser um menino de verdade, vê a si mesmo na linha de produção, tantos e tantos iguais. Mas o que ele não sabe e a gente sabe é que ele é, sim, único. Ele chora, ele sente. Tão fácil ver as coisas da vida dos outros. Tão difícil olhar para dentro de nós mesmos.
Quem sou eu? O que quero deixar no mundo? Por que quero ser único? David viaja por mais de duas horas de filme atrás dessas questões, na verdade, atrás da única questão que realmente interessa.
E eu me arrepio. E eu tenho vontade de chorar. E eu também choro... Porque assim como David eu também queria ser única, porque também queria ser uma “menina de verdade”, porque também iria até o fim do mundo atrás dos meus sonhos e dos meus desejos. David quer sua mãe de volta, mesmo que por um dia. Mesmo sabendo racionalmente, com sua mente de robô, que seria só um dia e ponto final. 2 mil anos se passam. Seres humanos não existem mais. Robôs não existem mais. David é único.
Mas ele já não era?
Era. Mas não via.
Eu vejo, juro... E queria fazer todo mundo ver também...

As pessoas entram em nossas vidas de várias maneiras, algumas vezes, como no meu caso, através da tela fria de um computador, mas o que vem depois, o que se segue, nada tem a ver com virtual... O amor tem o poder de transformar o virtual em real...

Mas o que fazer quando a reciprocidade não existe ou quando as palavras ditas foram proferidas da boca pra fora? O que fazer quando mesmo sabendo que a pessoa que é o centro do nosso mundo nem nos considera uma pessoa real?
David quer sua mãe, mesmo que por um dia. Eu não sou robô. Não sou uma pessoa virtual...

Quero ser amada todos os dias. Quero me tornar real na vida de pessoas que insistem em fazer de conta que eu não sou... Eu tenho sentimentos. Eu tenho um coração que bate, que ama e que também precisa de ser acolhido e amado.
Por isso, assim como o Pinóquio e David, eu também me vejo uma menina em busca da Fada Azul, que eu sei que não existe, fazendo pedidos que talvez sejam impossíveis. Porque eu sou humana. Porque acredito em coisas que não existem, e porque vou atrás de meus sonhos...

Deixa, então, eu tentar pedir direito, o que realmente importa:

Fada, Fada Azul, me torne uma menina de verdade! Porque o dia em que eu for uma menina de verdade, então eu terei um lugar na vida das pessoas que eu amo... Então serei amada... Então terei a minha família...

Ao contrário de David eu não posso esperar 2000 anos... Sou da espécie humana e não tenho todo esse tempo, mas trago no meu coração de menina os mesmos sonhos e desejos que Pinóquio... que David...

E se você, minha Fada Azul, puder permitir que eu te encontre e possa me conceder esse milagre, então eu serei feliz... Então minha busca, meus sonhos e meus desejos não terão sido em vão... E vou ter certeza que contos de fadas não são apenas histórias para crianças... E, finalmente... haverá um final feliz...

Tais Melissa Leite - 18/11/2008

 



Escrito por Tais Melissa às 15h52
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“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir." Cora Coralina

 



Escrito por Tais Melissa às 15h21
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Com muito carinho a todas as pessoas que eu amo! Apaixonado

 

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: ' Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!' Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas? Sim??? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu... Sabe porque? Porque... Ser seu amigo já é um pedaço dele!

 

Vinícius de Moraes



Escrito por Tais Melissa às 14h14
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Ao instante...

O tempo não é vão.

O instante que passa é o que viria e já se foi. Outros virão, mas são outros, nunca o mesmo. Nada é o mesmo nunca. Como a folha que cai e nunca mais volta ao pé da árvore. Vira folha de chão, depois folha de vento, depois fragmento... e após? grão de chão, talvez...
Parece que a gente deve amar o tempo. Digo parece porque o silêncio do mundo não responde à filosofia. A nossa vã filosofia (?). O silêncio somente silencia. Mas, pelo ímpeto de não se calar, a gente busca uma maneira de questionar o silêncio, e traz de dentro mesmo da gente certas respostas, que se tornam pareceres... nem verdade, nem mentira, pura crença da mais pura opinião.
Veja. Passa. Passo e vejo as coisas passando. O que me vê, me vê passando.
O mundo se passa em nós. E nós no mundo.
Passarilho. Andarilho.
A gente é nômade tornado estátua. O que não passa de uma pobre representação, é claro. Mesmo estátuas mortas sabem o que é o tempo, não sabendo como um intelecto sabe, mas sentindo como as pedras sentem. Tudo sente.
O instante humano é consciência. O tempo para o homem é uma ideia palpável, raciocinável, questionável, e por sua realidade... assustadora. Não que o tempo em si deva ser temível, mas é que o passar dele significa morte. Dai a associação, o pavor, justificado, é claro... porque a morte é uma ideia palpável, porém não experenciável como o tempo. O tempo não mata, é a morte que mata o tempo. O nosso tempo.
Por isso sou a favor do instante. Se há a morte, ok. Tristeza em relação a inevitável é desperdício de vida. Carpe diem, por favor! Um salve ao dia possível, à humanidade possível, ao instante possível. Gosto mesmo do tempo, se não fosse ele a gente não fluia, nem sequer existiria. Vida presa numa bolha congelada, seria possível? Talvez, mas que estranho ia ser, se fosse... bom mesmo é o movimento que é verdade. E não teoria como a morte, que ninguém sabe.
Que ela há, certamente... mas o que ela é... incertamente. Por isso o amor ao dom do tempo que é deixar: deixar que aconteça, que viva, que pereça, que permaneça... ele permite. Pai bonzinho de olhos fechados. Permissivo, austero e doce como um bom pai.
Talvez isso esteja mais para um ensaio de contemplação. Ingênuo, claro, mas sincero, uma simples opinião de quem flutua no instante de sua própria vida, sabendo da morte, da dor, do bem, do mal e do mistério. E por tudo isso fascinada. Fascínio.
Porque nada é mais humano pra um humano do que gostar da vida.
"Morrer não dói", mas viver é mais que dor. Ninguém suporta a vida sem amor. E todo fim, mesmo que não doa, é triste.
O tempo não é em vão.
Não, o tempo não é em vão.

Autora: Cecília Leoclícia Alves da Silva


Escrito por Tais Melissa às 16h42
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Escrito por Tais Melissa às 14h16
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Morrer não dói... Viver dói...  Chorão

 



Escrito por Tais Melissa às 13h52
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