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Corrida por uma Vida!

Uma garota de 16 anos, portadora de insuficiência renal crônica, moradora em Grão Pará, no Sul do Estado, aguardava há um ano e meio pelo tão esperado transplante. Ontem à tarde houve a doação do rim, feita pela família de uma criança, morta em acidente de trânsito. Os testes de compatibilidade foram todos favoráveis. A grande dificuldade foi manter contato com a garota que estava na excursão da escola no Parque Beto Carrero World, em Penha – SC.
As chamadas do celular, na bolsa, não eram ouvidas. Travou-se uma verdadeira guerra contra o relógio. A Fundação Pró-Rim, então manteve contato com a equipe do parque, que imediatamente mobilizou-se para localizar a paciente renal. Em seguida, o comando da PM autorizou o envio do helicóptero “Águia” para o transporte até o Hospital Municipal São José. Tudo muito rápido para garantir a manutenção saudável do órgão.
Finalmente, por volta das 16 horas, ela chegou ao hospital, acompanhada da professora. Às 22 horas teve início o transplante que se prolongou até a madrugada de hoje. Segundo o médico nefrologista da Fundação Pró-Rim, Paulo Cicogna, a cirurgia foi um sucesso e a garota recupera-se sem qualquer intercorrência. A adolescente submetia a sessões de hemodiálise desde 2007, em Tubarão – SC.
Como o passeio dela foi interrompido, a direção do Beto Carrero World garantiu que tão logo a garota esteja recuperada, haverá à disposição dela e da família, um passaporte para usufruir de todas as atrações do parque.
A Fundação Pró-Rim sente-se realizada por mais esta vida salva e agradece a todos que participaram desta grande corrida pela vida. De modo especial agradecemos à sociedade que nos ajuda com suas contribuições mensais e nos possibilita continuarmos firmes em nossa missão.
AJUDE-NOS A CONTINUAR SALVANDO VIDAS
0800-47-45-46
Há algum tempo atrás fiz um cadastro e pedido de orações no site do Pe. Fábio de Mello... ontem recebi uma mensagem muito sábia, a qual gostaria de compartilhar com todos:
“Saber Viver”...
A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a
idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. Viver é
plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de
nossa existência as mais diversas formas de sementes. Cada escolha, por
menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que
somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos
plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso,quando
nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!" Hoje,neste tempo
que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os
amigos que você cultiva, as leituras que você faz,os valores que você
abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita
futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos,
frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Um grande abraco e fique com Deus!!!
Equipe Direção Espiritual, Pe. Fábio de Mello
Site: http://www.fabiodemelo.com.br
“Crianças abusadas sexualmente não falam...
Fale por elas!”
- 24 de Setembro -
Dia Estadual de Mobilização Pelo Fim da Violência e da Exploração Sexual Infanto-Juvenil.
(data instituída pela lei estadual n° 11.460/2000 e lembrada em todo o Estado de Santa Catarina)

A campanha de título: "Crianças abusadas sexualmente não falam. Fale por elas!" pretende levar ao conhecimento dos catarinenses, orientações para prevenir e denunciar casos de violência, exploração e abuso sexual praticados contra crianças e adolescentes.
Através do número de telefone “100”, todos podem fazer suas denúncias - inclusive anônimas – de qualquer lugar do País.
A criança abusada muitas vezes é também vítima de maus-tratos físicos, e termina fugindo de casa, passando a ser vítima de outras formas de violência nas ruas, na casa de parentes, ou passando a se prostituir.
Ligue 100 e denuncie! Não se cale diante de tanta maldade!

MOTOQUEIROS TÊM MÃE?
Existem milhares de motoqueiros que cruzam as ruas e avenidas de nossas cidades e do mundo, quem não os conhece? Vão sempre correndo, como se fossem “perder o trem”, com seus capacetes na cabeça ou passeando de moto no braço de algum mais indisciplinado. E quem nunca teve algum problema com estes seres, que mais parecem ter saído de uma nave espacial, ainda mais em dias chuvosos e úmidos.
Pergunto-me algumas vezes: Será que eles têm uma mãe? Pergunto com razão, pois tenho a minha que cuido com muito cuidado e mimo, ela já passou dos setenta, e está nova, mas a diabetes judiou demais de seu corpo: coração, visão, rins, pernas, etc. E tenho o maior cuidado para que ela não saia sozinha, pois está acima do peso, por causa do hipertireoidismo, também graças a diabetes, e como suas pernas já não possuem o vigor da juventude e da saúde, como ela mesma muitas vezes me conta: de suas longas caminhadas da cidade à roça, de suas viagens de cavalo, de carroça e de tantas coisas que já fez e não pode mais fazer, que me ponho a imaginá-la, o quão bela e forte já foi, pois nas raras fotos que possui, isso é um fato e cismo em admirá-la, mas agora, suas pernas já não suportam o peso da idade e dos anos e frágeis fraquejam, às vezes, resultando em algumas quedas, que machucam suas carnes, seus ossos e também seus brios, quem não os têm?
Dias destes, um motoqueiro quase nos atropela numa faixa de pedestres, pois aparecem de uma curva, de um sinal aberto, correndo desesperados, e como não foi nem uma, duas ou três vezes, isso comigo, pois assim posso segurá-la e ampará-la, começo a pensar nas vezes, em que ela, para não “me dar trabalho”, sai escondida, ou quando estou trabalhando e sai sozinha, por essas ruas movimentadas e cheias de carros e motos, que vão desesperados, correndo em busca de “não-sei-o-quê”, derrubando e matando pessoas, que muitas vezes não têm como se defender. Correndo, muitas vezes, sem saber que o mundo pode viver sem eles, que o dia de amanhã nem sempre virá, que haverá sempre coisas para serem feitas, urgentes e que a vida de qualquer pessoa é mais importante de tudo. Para que tanta correria, sem olhar o semelhante, seu rosto, seus medos, suas fraquezas, sem oferecer um sorriso, uma palavra amiga. Não há nada que justifique tanta frieza, tanta mesquinhez, tanta insensibilidade perante a vida.
Gostaria de deixar essa pergunta, na qual fiz o título desse texto, pois penso que se eles tivessem uma mãe, não fariam tantas bobagens, aprenderiam a respeitar sinais de transito, sinais da vida, sinais das pessoas. Aprenderiam que a vida não é longa e nem curta e tem que ser vivida de forma intensa, ardente, mas sem correria. O tempo passa diferente em cada fase de nossa vida, e quanto mais velhos ficamos, mais depressa o tempo nos escorre pelos dedos e não podemos segurá-lo. Podemos ter, muitos menos acidentes, mais vida e mais amigos se soubermos respeitar o próximo, respeitar as leis e usar coerência e amor em nossas vidas. Se eles possuem uma mãe, para que correm tanto, tirando a saúde ou a vida de muitas mães, pais ou filhos de pessoas que são seus irmãos perante a vida.
Sei, que fiz esse texto, pensando em alguém, que passou e me fez temer algo que não aconteceu, mas que acontece na vida de muitas pessoas, sei que esse “motoqueiro” do meu título, pode ser também: um motorista, um pedestre, um ciclista, um engenheiro, um diretor ou um simples empregado, não importa a função, só importa essa pressa: pressa da vida, pressa sem nome, sem lei, sem rodeio, sem lógica. A vida é curta, e devemos vivê-la da melhor forma possível, pois de material dela nada se leva, levamos apenas: o amor que plantamos, os sonhos que deixamos, o respeito e carinho dos que ficam e o amor que semeamos nos corações daqueles que viveram ou apenas passaram em nossas vidas, mesmo que seja por alguns momentos e nada mais.
Carlos Rodrigues Franco – 20/10/05 – 21:22’
Filhos...
Existem filhos que não sabemos ter. São filhos que a vida nos traz de presente. Estes podem ser, mesmo, filhos, pais, avós, sobrinhos, netos ou até mesmo não ter nenhuma consangüinidade, mas aprendemos reconhecê-los pelo olhar, pelos gestos e por tantos outros sentimentos que experimentamos e que vamos aprendendo também a cada dia no sagrado oficio da paternidade ou maternidade.
Mas não devemos dizer que tudo são flores e beleza, pois só o tempo e a idade vão trazer a experiência, a paciência e outras tantas “ias” que podem vir rimadas com filosofia, sociologia, psicologia, etc. e assim, sem faculdade ou escola que nos ensine, vamos vivendo e redescobrindo a cada minuto, hora ou dia um novo sabor ou experiência, sendo que a maior delas é o próprio amor.
O amor! Aquele que nos faz brilhar os olhos de emoção a cada vitória conquistada. Que molha nossos olhos de orgulho a cada vitória, por pequena que seja e que nos faz tremer ante qualquer dor ou medo que percebemos em nosso ser amado. Passamos a viver dias permeados de luzes, cores e também de frio e inconstâncias, mas gratificados a cada noite pelo doce beijo, pelas mãos dadas, pelo apoiar nos caminhos tortos da vida.
Existem filhos que não sabem ser filhos e nem ser pais. Não exercitam o amor em sua plenitude e graça e vivem suas vidas sem sentir o doce cheiro do sorriso que vem da alma, das lágrimas que molham faces ou da simplicidade dos carinhos que nada pedem em troca e do silêncio dos olhares que tudo dizem, tão profundamente, que apenas as almas escutam.
São tantos filhos e filhas que vamos arrecadando nos caminhos de nossas vidas, e seremos nós também filhos de outros pais e também não sabemos. Mas não importa muito reconhecer esse estado de graça em que somos envolvidos, devemos apenas aceitá-los e fazer nossa parte. O amor é nosso fim e destino. Também somos filhos de um ser muito maior, que teve seu filho também por saber do valor de cada estado de graça e assim misturados nesse barro, onde formos forjados e moldados, seremos queimados nos fornos do amor, para enfim, tomarmos o formato definitivo e alados num plano muito maior que o melhor e maior de nossos sonhos, onde filhos e pais se unem num só corpo e num só estado: o da graça do amor e nada mais.
Carlos Rodrigues Franco – domingo, 2 de setembro de 2007 – 10h 38min.
Pai
Eu te amo mais que tudo!!!
Feliz Dia dos Pais!!! ![]()
Traumática, assustadora, a devolução é o caso extremo de um fenômeno pouco discutido: o lado B da adoção...

Luiz, de 12 anos, chegou a uma das Varas da Infância de São Paulo apenas com uma mochila nas costas. Nenhum brinquedo, nenhum livro, nenhum CD. Além de trazer poucos pertences, o menino parecia triste. Bem triste. Estava ali para ser devolvido. Depois de cinco anos em uma família, a mãe que o adotou não o quis mais. “Foi devolvido como se fosse um saco de batatas”, disse a psicóloga da Vara da Infância, Mônica Barros Rezende, que acompanhou o caso. A alegação da mãe adotiva foi que ele não obedecia mais. “Não aguento mais. Ele desobedece, falta na escola”, teria dito ela. A intervenção do Conselho Tutelar não adiantou. O Judiciário propôs uma terapia familiar, mas a mãe não compareceu. O que fazer? Luiz voltou ao abrigo para viver a experiência de abandono. O segundo. Na família em que nasceu, o pai o espancava com um pau e foi preso por tráfico de drogas. A mãe, que também apanhava do marido, não lhe dava comida nem banho. Luiz foi parar em uma instituição aos 2 anos, depois de ser encontrado pela polícia sozinho, aos prantos, com fome e sujo. Como ele tinha uma avó, o Conselho Tutelar deu-lhe a tarefa de criá-lo, mas ela não conseguiu. Ao voltar ao abrigo, Luiz estava com hematomas e um braço quebrado. Ficou ali até ser adotado, aos 7 anos. O Judiciário avisou que o menino tinha problemas de anemia, raquitismo e arritmia do coração, e a mãe adotiva o levou ao médico inúmeras vezes. Tudo parecia bem. Mas, quando ele entrou na adolescência, a mãe adotiva teve dois netos e, segundo os técnicos que acompanharam o caso, ela passou a cuidar mais deles que de Luiz. “O meu primo nasceu, e minha mãe só cuida deles”, teria dito o menino.
Luiz, como os demais personagens desta reportagem, recebeu um nome fictício, mas sua história é dolorosamente real. Há muitos casos de adoção que terminam dessa forma, naquilo que os especialistas chamam de segundo abandono. Não deveria acontecer, mas acontece. Existe uma brecha na lei quando a situação é irreversível ou acontece antes de a adoção ser formalizada. Traumática, assustadora, a devolução é o caso extremo de um fenômeno pouco discutido: o lado B da adoção – os problemas inesperados, os conflitos. Por ser um tema muito delicado, fala-se pouco sobre os problemas que enfrentam as famílias adotivas. As angústias e dificuldades existem, são palpáveis e se forem amplamente discutidas podem evitar situações desastrosas para a família que adota e, principalmente, para a criança, que já sofreu um primeiro abandono, o da família biológica. “Aquele discurso de que adoção é um ato de amor é, no mínimo, ultrapassado. A adoção demanda um estudo da situação, um preparo muito especial para aquilo que as pessoas estão se dispondo a realizar”, afirma o juiz Reinaldo Cintra Torres de Carvalho, da Vara da Infância da Lapa, em São Paulo. A maior parte das adoções tem um final feliz, mas, para que o sonho não se torne um pesadelo, quem adota precisa conhecer melhor esse universo. “O sentimento pela criança adotada pode ser o mesmo de um filho biológico, mas a situação não é a mesma”, diz a psicanalista paulista Maria Luiza Assis Ghirardi.
Trecho da edição da revista Época de 18/julho/2009
Vida Efêmera...
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes...
... porque um dia eles se vão e ficamos com a nítida impressão de que não os amamos o suficiente.

Vida Efêmera...
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efémera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efémera, ainda está em nós. Pense!... Não o perca mais!...
Autor do texto: Letícia Thompson
A Felicidade exige valentia...
Concordo com o mestre Fernando Pessoa: a felicidade exige muita valentia. Precisamos ser valentes para viver, para enfrentar os desafios, para lidar com as cobranças e críticas, com os reveses que surgem de repente, atravessar os "desertos", "montanhas" e "fossos cheios de jacarés e piranhas" que nos são colocados no caminho. Mas, precisamos ser ainda mais valentes para não nos deixarmos abater ou magoar, para perdoarmos tudo, a todos e nós mesmos e aceitarmos o nosso “sagrado ofício” de viver, pois por mais tristes que sejam algumas surpresas que a vida nos apresenta, maior tristeza é não saber viver.
Omnia Vincit Amor... ![]()
Pai... ![]()

Eu te amo mais que tudo!!!
As pessoas nos magoam e nem percebem...

Li um ótimo artigo esta semana sobre relacionamentos, o qual dizia sabiamente que as pessoas se perdem dentro de si mesmas e não olham ao seu redor. Eu interpretei assim. As pessoas só veem a si mesmas, enxergam apenas seus problemas, seus desejos, objetivos. Seguem seus caminhos e se esquecem que as pessoas não são descartáveis. Nessas horas eu acho que todos deveriam ter lido uma vez na vida o livro O PEQUENO PRÍNCIPE , principalmente a parte que diz: “TU TE TORNAS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE CATIVAS.”
Ou talvez assistir o filme CLOSER e ter um choque de realidade da vida.
Porque as pessoas são magoadas e seguem magoando os outros numa rede sucessiva e ficamos no meio do caminho, magoados também, nos perguntando: onde errei ?
A outra parte do artigo dizia que ..." o oposto do amor não é o ódio, e sim o desprezo".(Érico Veríssimo).
Então levei outro baque. O desprezo dói mais que uma facada. Sempre ouvi isso, mas só agora posso sentir a extensão dessa dor.
Várias desculpas da vida moderna viram fachada para esconder atitudes incompreensíveis.
Então eu fiquei me perguntando também, por quantas vezes eu fiz isso também na minha vida.
Ao longo da minha estrada, quantas pessoas eu deixei para trás. Escrava do orgulho e da arrogância, mas acima de tudo, escrava de mim mesma. Perdida dentro de mim. Tive que morrer mil vezes e nascer outras tantas para entender que cada ser é um universo...
... Inclusive eu.
(Desconheço a autoria)
Pessoas são como bolhas de sabão...
Pessoas são como bolhas de sabão.
Surgem de um leve sopro, começam miúdas, voando baixinho, até ganharem força, forma, expressão, sentimento e coragem de alcançar os céus.
São transparentes, até acharem uma paisagem, um lugar, um momento ou motivo que as tornem coloridas.
Podem passar despercebidas ou distribuir sorrisos por onde o vento as levarem.
Duram frações de segundos, pequenos intervalos existenciais até um próximo sopro de renovação, mas continuam surgindo incansáveis, belas, brilhantes, delicadas...
Não causam dor alguma, desde que não queiram... Uma bolha de sabão em mãos erradas pode causar um mal irremediável.
E mesmo que o tempo passe, mesmo que as coisas mudem, elas foram importantes na vida de alguém um dia e por conta disso jamais podem ser esquecidas. Jamais!
(Luciana Clarissa)
Família:
Pensei, rezei e decidi acreditar na sabedoria do tempo e na força do Amor.
Entendi que tenho que deixar nas mãos de Deus aquilo que não depende de mim e seguir com fé...
Aquele que Ama nunca perde o seu tempo... Por isso vou esperar, esperar e amar!
Omnia Vincit Amor!
Começo do fim... 

Estou com medo...
Medo de ter que deixar esse mundo de sonhos,
medo de voltar para a realidade...
Medo de ter que reviver todas as coisas que tanto me apavoram.
Medo de ter que voltar para o perigo.
Medo da escuridão... da solidão...
Medo de perder a calma que eu tenho aqui,
Medo de nunca mais me sentir segura outra vez 
11 dias...

08 dias...
Algumas pessoas a gente perde para a morte...
Outras a gente perde pela nossa falta de merecimento...
Mas no fim, em meio a dor e a saudade,
a gente acaba se dando conta que a ausência física não é nada,
pois a única coisa eterna é o amor.
"Omnia Vincit Amor".
Amo vocês família! ![]()

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